CLÁSSICOS DA MÚSICA DE RAIZ ABREM A PROGRAMAÇÃO DE JUNHO DO “MÚSICA NA PRAÇA”
Grupo de viola “Alma Cabocla” apresenta repertório de clássicos da música de raiz neste sábado (6/6), às 11h, na Praça da Matriz.
A tradição da música de raiz voltará a ecoar no coração de Tatuí neste sábado (6/6). A partir das 11h, a Praça da Matriz receberá o Grupo de Viola “Alma Cabocla”, atração responsável por abrir a programação de junho do projeto “Música na Praça”, ação cultural da Prefeitura da Estância Turística de Tatuí. Com entrada gratuita, a apresentação promete reunir diferentes gerações em torno de canções que fazem parte da memória afetiva do público brasileiro.
Formado por Ariete Poles, Dioni Vieira, Juliana Bueno, Patrícia Festa, Sabrina Magalhães, Fernando Foster, Jarbas Sobral, Isaías Marcondes, Reinaldo Ribeiro, Carlos André, Mario Roberto e Roberto Campos, o grupo levará ao palco um repertório dedicado à valorização da cultura popular, reunindo violeiros, cantadores e apreciadores da música caipira em uma celebração das tradições do interior paulista.
Durante a apresentação, o público poderá relembrar sucessos que atravessaram gerações e permanecem vivos no cancioneiro sertanejo, como “Chico Mineiro”, eternizada por Tonico & Tinoco; “Saudade da Minha Terra”, consagrada por Belmonte & Amaraí; além de clássicos populares como “Beijinho Doce”, “Telefone Mudo” e “O Menino da Porteira”.
Com toadas, guarânias, cururus e valsas, o espetáculo destaca a riqueza da música caipira e o protagonismo da viola como um dos principais símbolos da cultura sertaneja brasileira. O trabalho desenvolvido pelo Grupo “Alma Cabocla” também se diferencia pela construção coletiva de seus estudos e ensaios, valorizando a troca de experiências entre os integrantes e contribuindo para a preservação desse importante patrimônio cultural.
A iniciativa está alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU), especialmente ao ODS 10 - Redução das Desigualdades, ao ampliar o acesso gratuito e democrático às manifestações culturais, e ao ODS 11 - Cidades e Comunidades Sustentáveis, por contribuir para a valorização, preservação e difusão do patrimônio cultural imaterial e das tradições populares.